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300 anos para descobrir 16000 espécies de árvores arbóreas

300 anos para descobrir 16000 espécies de árvores arbóreas

A floresta amazônica é o lugar mais abundante e misterioso do planeta, com uma biodiversidade que poderia levar vários séculos para ser catalogado, de acordo com um novo estudo. Estima-se que a floresta tenha cerca de 16.000 espécies de árvores diferentes.
Os chamados “pulmões da Terra” são apenas parcialmente descobertos após muitos anos de exploração, e permanecem cheias de surpresas botânicas sobre o qual biólogos atualmente só podem especular.

Apesar da variedade impressionante de vegetação na Amazônia, as comunidades indígenas conseguiram obter um conhecimento invejável das propriedades medicinais de muitas das plantas da floresta.

A ciência moderna, por sua vez, assumiu o desafio de registrar sistematicamente (não literalmente) cada planta descoberta na floresta tropical. Após um estudo a partir de registros de museus de todo o planeta, os pesquisadores por trás do mais recente relatório onde mostra os estudos desde os primeiros botânicos, quando partiram por volta de 1707, se encontrou um catálogo com 530.025 coleções realizadas na região, produzindo 11.676 espécies diferentes de árvores, pertencentes a 1.225 gêneros e 140 famílias.

Nas últimas duas décadas, se tem visto uma desaceleração significativa no número de novas espécies. Embora o valor proposto de 16.000 espécies seja apenas uma estimativa, os pesquisadores explicam que, com base em cálculos do número de plantas descobertas por lote na terra, eles são razoavelmente confiantes de que esta extrapolação seja a mais precisa.

Autor: Cristian Reis Westphal
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Estudante de Engenharia Química. Lidera há 7 anos o projeto Ciência e Astronomia, que compartilha informações nas áreas da ciência e astronomia. Trabalha com divulgação científica em escolas e disponibiliza telescópios para observações em praças.

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