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As Leis Universais e a Mecânica Quântica.

As Leis Universais e a Mecânica Quântica.

A Mecânica Quântica deve ser analisada como, uma evolução de conhecimento do mundo material  (físico), focada na  transmissão de informações,  através das  áreas de observações gerais, como as crenças,  ética, comportamento psicológico, etc.  Assim, é possível acabar com o conflito,  nas interpretações diferentes  para que o Conhecimento Universal, seja uma posse social abrangente acessível a todos, independente da faixa em que o cidadão se encontra. Entretanto, o presente texto esboça, um panorama no qual o leitor pode aceitar ou rejeitar as ideias aqui delineadas, afinal, o “livre-arbítrio” é um direito. O objetivo principal, é evoluir em busca do equilíbrio social e sustentável nas esferas, pessoais, profissionais, regionais  e global.

É de conhecimento público, que o ser humano está interligado a informação, proveniente das mais diversas fontes de pesquisa e aprendizado. E as leis universais, sejam elas relativas ao macrocosmo ou ao microcosmo, nos mostram o comportamento do que “existe”  no universo, especialmente daquilo plenamente lógico e entendível. Desta forma, os indivíduos se situam entre esses  extremos (macro e micro), e são influenciados por “Leis Gerais” que regem o TODO. Para tanto na mecânica clássica e na relatividade, a visão era determinística, e na presente mecânica quântica a visão é probabilística. Por vezes, optamos pelos novos conceitos, o da mecânica quântica microcosmos,  pois essa escala de explicação universal, mesmo estando ainda muito distante daquilo que é experimentado pela sociedade no seu dia a dia ( que usa somente a tecnologia disponibilizada) desconsidera  o conhecimento funcional, das Leis em vigor.

Desta forma, no “modus operandi” vigente, a ciência e as instituições, inovam as técnicas de ensino para atual realidade, a nível universitário. E os NÃO acadêmicos, podem buscar aprimoramento em livros relacionados ou nas  mídias, como tem proporcionado a todos, este Portal. Assim, rompendo com o paradigma clássico, hoje vamos mencionar os conceitos básicos da mecânica quântica,  Átomo:  O filósofo Demócrito (460-370 a.C), fez a primeira tentativa de perceber como a matéria era constituída. Ele presumiu que toda  as coisas fossem formadas por pequenas partes materiais, com os seguintes atributos: invisíveis, indivisíveis, eternas e imutáveis. A estas unidades mínimas constituintes de matéria, Demócrito chamou de Átomos, termo de origem grega que significa indivisíveis. Porem, no início do século XX, Niels Bohr, demonstrou que era possível dividir o átomo em porções ainda menores, e obter, com isso,  uma grande  quantidade de energia. Seu modelo quântico do átomo, foi publicado em 1913, e é o marco inicial da física atômica. Foi, desta forma o conceito utilizado para a construção das bombas atômicas que compõe o arsenal de “defesa” de alguns países, como : EUA, China, Rússia, França e Reino Unido( declarados junto a ONU) e outros, possivelmente,  não  declarados.

Partículas elementares: próton, nêutron, elétron. O modelo atômico mais conhecido é composto por um núcleo  compacto e pesado, formado por prótons e nêutrons, onde se concentra a massa. Este é rodeado por uma nuvem de partículas chamadas elétrons, girando em sua órbita específica, como os planetas ao redor do sol. Ao longo da existência e do desenvolvimento humano, este entendimento proposto pela mecânica quântica, é hoje o mais completo. Contudo, durante muito tempo os físicos acreditaram  que as partículas, prótons nêutrons e elétrons, fossem os verdadeiros átomos dos gregos. Entretanto, Bohr estabeleceu o modelo atômico, e é hoje considerado, depois de Einstein, o maior físico do século XX. Sendo portanto, um dos homens que mais radicalmente entusiasmaram a visão de mundo moderno.

Pois bem, nesta apresentação, foi evidenciada a evolução do entendimento da origem do átomo e suas partículas elementares. Na próxima coluna, falaremos sobre ondas e energia, deixando aqui ao amigo internauta a seguinte reflexão: “O homem deve procurar o que existe, não o que ele acha que deve existir.” (Albert Einstein).

Foto: http://www.arthur.bio.br/

Autora: Terezinha Steinhauser.

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