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Como aparar as asas de aves mantidas como pet

Como aparar as asas de aves mantidas como pet

As aves encantam com sua beleza, colorido, vôos e cantos. São mais de 9700 espécies, algumas muito populares com as importações e criadouros legalizados, sempre respeitando as leis vigentes para aquisição/criação.

As grandes preferências ficam por conta dos passarídeos e os pscitacídeos, como canários, periquitos, calopsitas, papagaios, araras, cacatuas, etc.

Ao longo dos anos tem-se observado o aumento da procura de aves para criação como pet.

Estes animais normalmente são mantidos em gaiolas ou viveiros, porém algumas espécies vem sendo criadas com uma grande proximidade do tutor, passando a fazer parte do dia a dia da família, sendo mantidas soltas dentro de casa. Porém este hábito exige uma grande atenção do tutor para evitar traumas, contusões e até mesmo a fuga ou morte do animal.

Para evitar maiores transtornos é indicado realizar o corte das penas. Este procedimento deve ser realizado por um veterinário e um auxiliar, onde o intuito é impedir que a ave tenha vôos longos e ascendentes, porém consiga fazer vôos curtos aterrizando suavemente. Se o corte for realizado de forma incorreta, pode ocorrer sangramentos ou quedas graves na tentativa de vôo.

A ave deve ser contida com o auxílio de um pano, protegendo o corpo e impedindo que o bico tenha acesso as mãos do auxiliar, em seguida deve-se abrir delicadamente uma das asas, para facilitar a visualização das penas.

Com uma tesoura afiada, as penas primárias (rêmiges) devem ser cortadas, cerca de 7 a 10 penas, estas são responsáveis pela propulsão e manutenção do vôo. Por questões estéticas as duas penas maiores (externas) podem ser mantidas, porém devem ser levemente reduzidas com o auxílio da tesoura.

Este procedimento deve ser feito nas duas asas, para manter o equilíbrio ao deslocamento.

As aves dentro de casa quando mantidas soltas devem ser vigiadas, para evitar acidentes como por exemplo ser atingidas por ventiladores ligados, cair em panelas destampadas, baldes, vasos sanitários, serem pegas por gatos/cães, passar por janelas que não estejam protegidas ou mesmo serem pisoteadas.

O tutor deve observar constantemente o crescimento das penas e refazer o procedimento sempre que verificar o aumento da capacidade de vôo do animal.

Esquema de Corte de Penas

Texto: Adriana  Tereza  Petrocelli

contato@sustentahabilidade.com

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Graduada em Medicina Veterinária, Mestrado em Ciências Veterinárias e Especialização em Ciências Aviárias, pela Universidade Federal de Uberlândia. Docente das disciplinas Doenças Parasitárias e Gestão Agroindustrial.

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