Programa Sustentahabilidade

Consultório Médico – Pessoas Transgênero

Consultório Médico – Pessoas Transgênero

Quando um ser humano não se identifica com seu sexo biológico de nascença e genitália, defini-se como um cidadão transgênero.

Neste programa “Consultório Médico”, as psicanalistas Maria Cristina de Almeida Sales e Veronica Salete de Souza Martins, abordam este tema complexo e alertam para os vários problemas existentes.

Nossas entrevistadas destacam a  necessidade de entendermos a individualidade do ser humano, e a necessidade do mesmo se fazer “notado”.

Por outra lado, o risco do ”modismo” que levam jovens a eventualmente buscarem uma fictícia transição, onde  o papel da mãe na construção da “identidade psicológica”, através das brincadeiras lúdicas de casinha para as meninas, permitindo a utilização do sapato da mãe contribuem sobremaneira.

Ou ainda do menino acompanhar o pai em praticas que auxiliam no auto conhecimento de si.

Imperdível este programa exclusivo, conduzido pelo nosso editor Roberto Mangraviti, que enfatiza a necessidade da  aceitação social e do acolhimento afetivo, temas onde você encontra aqui, no SustentaHabilidade.

 

contato@sustentahabilidade.com

Assista também o programa anterior “Consultório Médico” com o tema “Famílias Diferenciadas”.

http://sustentahabilidade.com/consultorio-medico-familias-diferenciadas/

 

 

 

Ver Comentários (3)

3 Comments

  1. Fernando Salles

    16 de janeiro de 2018 às 00:09

    Parabéns pela excelente entrevista!!

  2. Fernando Salles

    16 de janeiro de 2018 às 00:11

    Excelente entrevista!!!

  3. Giovanni Mangraviti

    18 de janeiro de 2018 às 21:06

    Os amigos e parentes que pertencem à classe que me desculpem, a generalização seguinte não é pessoal e tem todos os defeitos das generalizações, mas…psicólogo é um bicho estranho! Principalmente quando se manifesta mais como marqueteiro politicamente correto que oferece ao mercado aquilo que o mercado quer ouvir. Muita psicologia, psicosomatologia e às vezes até parapsicologia, e pouca biopsicologia. Quando cuidam do chamado animal racional, preocupam-se muito mais com o adjetivo do que com o substantivo. Recentes estudos concluíram que o que realmente diferencia o homem do restante dos animais é sua capacidade de utilizar a experiência para fazer ilações sobre possíveis cenários futuros, e a partir daí assumir uma postura. É a última definição de “racional”. Essa visão das várias possíveis ocorrências futuras, única no homem, é às vezes opressiva e pode causar reações que conflitam com o “animal”. A maioria dos chamados “sentimentos humanos”, me perdoem os românticos, deriva do lado animal. Nossos antepassados que apresentavam tais comportamentos, ofereciam a seus descendentes uma maior probabilidade de sobrevivência. Filhos de pais que “que se amavam” e formavam uma família tinham uma proteção muito maior, sobreviviam mais que outros, e transmitiram a seus próprios descendentes, por milênios, essa característica que se foi fixando e intensificando. Estou falando do Amor “Eros”, e não do “Ágape” ou “Philos”. Muitos acham que foi a religião que impôs várias instituições tradicionais, quando aconteceu exatamente o contrário. A sociedade sobrevivente criou certos preceitos religiosos para salvaguardar instituições que funcionavam como garantia de autopreservação. Portanto, a questão não é só racional como muitos gostariam, implicando que você teria que decidir racionalmente a postura melhor, mas muito biológica, DNA, características herdadas dos sobreviventes. Essa orientação à família é tão forte que determina outros fenômenos quase que exclusivos da espécie humana, como por exemplo a atividade sexual fora do período fértil, e a própria menopausa. Por sorte não é totalmente exclusiva ao homem, permitindo assim que se possa estudar em outros animais a suas causas. A menopausa, por exemplo, só ocorre no homem e em alguns cetáceos, como as orcas. Descobriu-se que as orcas mais velhas entram em menopausa e param de reproduzir para cuidar de filhotes, enquanto os pais destes saem à caça. Em poucas palavras, desempenham o tradicional papel das avós enquanto os pais trabalham. Mais uma vez, o conceito de família imperando para preservar a espécie, determinando não só um comportamento, mas até uma alteração biológica compatível. Só que o homem é um animal “racional”, e a tal racionalidade explicada no início, às vezes faz com que se misturem as estações. Por ser racional e conseguir fazer avaliações e ilações sobre o futuro que outros animais não conseguem, ocasionalmente decide por comportamentos que contradizem o biológico. Gente séria hoje trata a depressão a partir desse ponto de vista, convencida que a sua causa está menos ligada a experiências passadas, e mais a visões de possíveis cenários futuros, às vezes até pouco prováveis, mas muito opressivos. Outro exemplo é o fenômeno da “barriga de aluguel” utilizado por aqueles que, mesmo tendo condição orgânica de gerar filhos e sendo biologicamente perfeitos, não o fazem por causa da orientação sexual que escolheram, escolha essa que é fruto da análise “racional” de dificuldades sociais e não biológicas que experimentaram, e conjeturada “racionalmente” como melhor alternativa para enfrentar o futuro vislumbrado. Mas essa escolha “racional” causa tamanha asfixia do instinto reprodutor animal reprimido, que para sublimá-lo é necessário partir para soluções artificiais para atender ao chamado biológico que não dá para matar.
    É um mistério o porquê de o racional muitas vezes conflitar com o biológico. A bíblia dá uma interessante explicação. O homem teria sido o único ser criado com o livre arbítrio, mas junto com ele a obrigação de “não comer o fruto da árvore da ciência do bem e do mal”, se quisesse permanecer no “paraíso terrestre”. Daí teve que assumir a responsabilidade pelas consequências da sua decisão de comer o fruto, de querer desenvolver a ciência do que seja bem e mal em seus próprios termos, tipo “de minha vida cuido eu”, ao invés de confiar num critério de avaliação superior que definisse o que é melhor a longo prazo. Nós queremos total livre arbítrio para queimar combustíveis fosseis e destruir florestas, e depois perguntamos “onde está Deus?” quando acontecem furacões arrasadores.
    Outra questão curiosa é a obsessão em afirmar que certas características “não são doenças”. Síndrome de Down e obesidade também não são, mas o que isso exatamente muda?
    E o que tem tudo isso a ver com a postagem? É que muitos psicólogos continuam analisando “emoções” e comportamentos derivados, muito mais sob o aspecto racional, e muito menos sob o fundamento biológico, contrariando o que está escrito no DNA. Esquecem também que essa memória inscrita no DNA é fruto de milhões de anos, que não podem ser apagadas com simplesmente dizendo-se que “a sociedade mudou”. Na realidade, ela mudou muitas vezes ao longo de séculos, mas estamos falando do resultado de milhares de milênios, e temos a pretensão de achar que a mudança social atual é permanente . Eu lembro muito de um proverbio turco que diz “se você estiver na estrada errada, não importa o quanto já tenha andado: volte”. Já a psicologia marqueteira e politicamente correta moderna propõe que a solução é sempre aceitar a estrada escolhida por avaliação “racional”, e selecionar mecanismos que façam com que se viva feliz na nova destinação a que inevitavelmente se chegará. Psicólogo é um bicho estranho…

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