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Por quê as pessoas torcem contra?

Por quê as pessoas torcem contra?

O prefeito João Dória de São Paulo, com ações objetivas, tem mostrado resultados positivos na metrópole paulistana. Marketing? Fogo de palha? Por ora, isto pouco importa e a única coisa relevante neste momento (ou deveria ser), resume-se num único pensamento : conseguiu muito bons resultados pelo prazo em exercício. Nada mais e nada menos.

Contudo entristece perceber que as pessoas que não votaram no prefeito, o criticam (inclusive alguns jornais perseguindo-o), num sentimento explícito de “raiva porque está dando certo”.

É estranho entender esta mentalidade, de uma gente que prefere ver as coisas piorarem, numa cidade destruída (tanto que a eleição deu-se em um único turno), para não ter que mudar de ideia com relação as qualidades administrativas de alguém, que ainda mal conhecemos.

Qual morador de São Paulo que raciocina no bem, não teria adorado se o projeto “Belezura” da ex-prefeita Marta Suplicy tivesse dado certo e seguido adiante? Ora, se os resultados tivessem “limpado” a cidade, hoje teríamos uma metrópole exemplar, cidadãos mais educados e certamente uma nova gestão da peemedebista que traria mais benefícios ainda à população, seja para aficionados ounão aficionados da legenda, que até já foi abandonada pela agora ex-petista. Como nada disto aconteceu, Marta amargou fragorosa derrota nas urnas, em 98% das zonas eleitorais no primeiro turno(ficando em segundo lugar), fato que jamais havia ocorrido em São Paulo. Em suma, que pena que o “Beluzura” e todo resto da sua gestão (e de outros tantos) deu errado … afinal moramos aqui,não?

E qual brasileiro, não teria desejado a manutenção de Dilma na presidência, caso mostrasse austeridade, eficiência e sentido lógico de suas ideias? Infelizmente não é o que todo brasileiro está recolhendo, pela péssima gestão exercida (vide quadro abaixo).

Que importaria a legenda que a ex-presidente representasse em caso de uma gestão inteligente, com crescimento econômico e vitórias?

Portanto o partido político, somente interessa ao cidadão,quando a agremiação provocou insucessos, para que esses resultados balizem as novas escolhas do eleitor no futuro, e para que erros do passado não mais se repitam.

Mas durante uma gestão, especialmente de 15 ou 20 dias, representa uma pobreza de espírito cívico e de orgulho tolo ferido, qualquer crítica que se faça a qualquer gestão, de qualquer partido, de qualquer político em qualquer lugar do planeta… mas infelizmente menos no Brasil.

Afinal 15 dias, representa 1% do tempo de gestão a cumprir ( 15/1460 dias). E se este nanico 1% parece “tanto tempo” para uma parcela da população, que rejeita um gestor, o que pensar do desastre econômico e social vividos pelos 13 milhões de desempregados, após 140% da gestão de Dilma Rousseff executados?

Quem deseja um país melhor, deverá antes, transformar-se num cidadão melhor, que represente uma pessoa melhor para a sociedade, sendo mais humano e colaborador. E acima de tudo, torcendo para que qualquer administrador faça a coisa certa.

Que tal esperar uns 30% ?

Texto: Roberto Mangraviti
contato@sustentahabilidade.com

Observação: Os 140% citados na gestão Dilma Rousseff, deve-se ao resultado de 100% de um mandato (onde se supõe que possa se realizar as promessas de campanha), adicionados a outros 40% de uma segunda gestão.

Dória2

Ver Comentários (2)

2 Comments

  1. Ismael

    24 de janeiro de 2017 às 17:52

    João Dória enganando mais um trouxa! Agora só falta os coxinhas fazerem lobby pra esse cara concorrer a presidencia! PQP! Com 10 dias de mandato só vi se fantasiar e mandar apagar arte na rua… Paulistano é tudo besta mesmo!

    • Roberto Mangraviti

      30 de janeiro de 2017 às 11:16

      Prezado Ismael diferentemente dos grandes portais da mídia brasileira, o SustentaHabilidade tem na sua essência o isolamento político com o olhar EXCLUSIVAMENTE TÉCNICO, como nossa lista de colunistas comprova. Os comentários dos internautas são sempre bem vindos, contudo certas terminologias muito usuais na internet, mesmo sendo abreviaturas (de palavrões), ou observações quanto a qualquer raça, credo, cor ou cidadania( paulistanos bestas) não são termos usuais do nosso modus operandi, até porque, nossos textos são técnicos e não políticos. Portanto, o internauta sempre encontrará dados TÉCNICOS EM TODOS TEXTOS, de oceanografia, biologia, dependência química, astronomia, tecnologia ou economia ( como no caso em questão) que possibilita ao leitor retrucar sobre esses dados estatísticos, para formar sua opinião e criticar em cima disto. Dada a nossa liberalidade aceitamos o seu comentário, mesmo que feito de forma inapropriada e sendo assim me reservo o direito de não responder suas observações pois não estão embasadas nas estatísticas apresentadas, ficando exclusivamente na ressalva da terminologia.

      Roberto Mangraviti

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Economista e Facility Manager em Sustentabilidade. Editor, diretor e apresentador do Programa Sustentahabilidade.com pela WEBTV. Consultor da ADASP- Associação dos Distribuidores e Atacadistas do Estado de São Paulo e colunista do site do Instituto de Engenharia de São Paulo.

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