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Semente cura?

Semente cura?

Você já imaginou que as sementes de uma plantinha tão pouco conhecida pudessem trazer tantos benefícios? Este é o caso da planta ornamental Aguaí (Thevetia peruviana (Pers.) K.Schum.), cujas sementes são chamadas de chapéu-de-napoleão. Este nome se deve ao fato das sementes se encontrarem reunidas em pares dentro de cápsulas protetoras, como o formato do chapéu de Napoleão Bonaparte.

Apesar de conterem substâncias altamente tóxicas, a utilização de sementes de Aguaí junto ao corpo pode ter um valor significativo na emissão de energia e vibrações. Tais efeitos podem ser detectados por meio de aparelhos radiestésicos, como o aurômetro (instrumento que mede a energia que circunda o corpo), e através dos registros de foto Kirlian (eletrografia que capta a energia através de um campo magnético que circunda nosso corpo), os quais mostram um equilíbrio energético quando a semente é usada protegida por tecido de seda, linho ou lã, materiais com vibrações positivas.

O efeito dessas sementes despertou o interesse do médico Dr. Henrique Smith, resultando no livro Aguaí Zen para macrobióticos[1], publicado pelo Instituto Macrobiótico Henrique Smith. No livro, o autor relata que após tomar conhecimento da semente, passou a se interessar pelo estudo de seu efeito, não só restabelecedor de energia, mas também curativo. Dentre suas experiências com a semente, o médico diz ter observado a eliminação de casos de calculose renal e um de cálculos biliares, possivelmente devido ao efeito da semente.

Entretanto, vale destacar que, apesar dos aparentes benefícios e registros feitos pela foto Kirlian, não há evidências em publicações científicas que comprovem o efeito das sementes de Aguaí no corpo humano. Deste modo, ressalta-se a importância da realização de estudos mais aprofundados sobre os possíveis efeitos e potencial curativo dessas sementes.

[1] Smith, Henrique (1993). Aguaí Zen – para macrobióticos. Instituto Macrobiótico Henrique Smith, 83 pp., São Paulo, SP.

Autora: Karen P Castillioni

Fotos:  Karen P Castillioni e André  Olmos Simões

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Bióloga com Mestrado em Botânica pela UNESP.Desenvolvedora de estudos ligados à ecologia, conservação, sustentabilidade e impactos das alterações climáticas.

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